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sexta-feira, abril 30, 2004

11:40 da tarde
Google works in misterous ways II

Mais um exemplo de um cibernauta que chegou a "O Tronco da Teia" através do motor de busca Google:

- mulheres de seios grandes que estão à procura de homens

Lamentamos, meu caro cibernauta desconhecido, mas falhou rendondamente. Nem somos uma mulher de seios grandes, nem andamos à procura de homem. Boa sorte na sua busca.

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

sábado, abril 24, 2004

9:39 da tarde
Aviso à navegação

Este não é um blog sobre futebol. Se querem saber quem foi campeão, vão a outro lado.

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

terça-feira, abril 20, 2004

11:42 da tarde
Não é Cannes, não é Berlim,
não é Veneza, não é o Fantasporto....



... é o festival dos filmes ignorados no Virginia Theatre, em Champaign, no estado norte-americano do Illinois. Já vai na sexta edição este festival organizado pelo crítico de cinema do Chicago Sun-Times Roger Ebert, que pretende, tal como “O Tronco da Teia”, recuperar alguns filmes que ele considera terem sido injustiçados e/ou ignorados pelo público e pela crítica. Começa hoje (quarta-feira dia 21 de Abril), com uma cópia restaurada desse ignorado, mal-amado, esquecido e vilipendiado... “Lawrence of Arabia”, um filme que nem nós nunca ouvimos falar. Achamos que vale a pena dar lá um salto para aproveitar e ver a projecção desta raridade. O programa do festival pode ser consultado site oficial.

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

10:56 da tarde
O herói do povo

Robin Hood vestia de verde e usava collants. Super-Homem, Homem Aranha também usam uniformes justos e coloridos. Só um tinha de se conformar com um monocromático uniforme preto, uma mascara preta, um cavalo preto e um chapéu preto. Zorro, como foi criado pelo seu autor, não tinha direito a cor e no cinema, mesmo depois de deixar a preto e branco pelo esplendor do Technicolor. Houve quem, no entanto, tenha decidido salvar este herói do povo da monotonia cromática. Esse momento histórico é recordado hoje por “O Tronco da Teia”.

"O Grande Zorro"
(“Zorro, The Gay Blade” – mais uma vez vos deixamos com a tradução do Google: “Zorro, a Lâmina Gay”; também podia ser “Zorro, a Lâmina Alegre”)
Ano: 1981
Realizador: Peter Medak
Elenco: George Hamilton (Diego de la Vega/Bunny Wigglesworth), Lauren Hutton (Charlote Taylor Wilson), Brenda Vaccaro (Florinda), Ron Liebman (Capitão Esteban), Donovan Scott (Paco), James Booth (Velasquez), Helen Burns (Consuelo), Clive Revill (Garcia) e Carolyn Seymour (Dolores)
Disponível em DVD, mas não em Portugal.

Douglas Fairbanks, Tyrone Power, Guy Williams, António Banderas Frank Langella. São alguns dos actores que, ao longo dos tempos, deram vida a Zorro, o herói do povo, o justiceiro mascarado com vida dupla. À partida, George Hamilton, com aquele seu bronzeado eterno e os seus dentes mais brancos que roupa lavada com Tide, também seria um candidato bastante credível para desempenhar o papel do herói latino. Foi o que pensou Peter Medak e toda a troupe que esteve na feitura deste “Zorro, the Gay Blade”, uma recuperação bastante peculiar da lenda.
A história base não foge muito à premissa do herói. Uma localidade é governada por um tirano alcaide, que beneficia os ricos e poderosos e castiga os pobres com pesados impostos. Entra em cena Zorro, alter-ego de Diego de La Vega, o defensor dos fracos e oprimidos que toma nas suas mãos libertar o povo da prepotência do déspota. Tudo corre bem até que um inconveniente acidente provoca a fractura de um pé que o afasta da luta pela justiça.
Mas a solução chega na forma de Ramon de La Vega, o irmão gémeo de Diego, que se alistou na marinha inglesa (onde adoptou o nome Bunny Wigglesworth) e que regressa a casa para assumir o papel do justiceiro mascarado. Mas com algumas mudanças. Em vez da espada, um chicote e em vez da tradicional vestimenta negra, uma cor diferente todos os dias. Vermelho, dourado, laranja, azul-bebé, côr de ameixa, etc. Todas as cores servem para combater o crime.
Confessamos que já não assistimos a este filme há muitos anos, desde que passou numa tarde de domingo na RTP. Na altura achámos bastante divertido, mas não fazemos ideia como sobreviveu ao tempo. Provavelmente hoje em dia será encarado como um objecto bastante politicamente correcto. Pensamos, no entanto, que valerá um visionamento sem preconceitos.
A frase: “"Remember, my people, there is no shame in being poor, only dressing poorly." (Bunny Wigglesworth)

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

sexta-feira, abril 16, 2004

7:49 da tarde
Partilhem a Paixão


É ponto assente. “A Paixão de Cristo” é um êxito que poucos esperavam, uma aposta ganha por Mel Gibson, que fez deste filme um projecto pessoal derivado das suas fortes convicções católicas. Um sucesso tanto espiritual como financeiro. Mas as coisas não se ficam por aqui. Se será difícil fazer uma sequela – imaginem um “A Paixão de Cristo II: O Dia do Julgamento” ou um “A Paixão de Cristo II: O Dia Seguinte” – nada impede Gibson de continuar a lucrar com o filme através do merchandising (isto para não falar da futura edição do DVD).
No site oficial do filme, existe um link para outro site onde se pode adquirir produtos oficiais licenciados. Se ainda não chegaram ao ponto de venderem cruzes de madeira em tamanho real para se praticar em casa a crucificação ou uma coroa de espinhos, estão disponíveis para todos os crentes artigos como porta-chaves (6,99 dólares) e colares (50 dólares) em forma de pregos, canecas com inscrições da bíblia (7,99 dólares), livros, CDs com a banda sonora, protecções em cabedal para a bíblia (59,99 dólares), etc. Para além de poderem ser encomendados on-line, estão ainda disponíveis, segundo o site, nas melhores livrarias cristãs em todo o mundo.
“O Tronco da Teia” deixa aqui mais algumas sugestões para o pessoal do merchandising de “A Paixão de Cristo”: action-figures, ímans para colocar no frigorífico, t-shirts, bolas de futebol com a cara do Pôncio Pilatos, roupa interior (Mónica Belucci seria a modelo deste artigo), jogos de computador tipo FPS. As possibilidades são ilimitadas. Puxem pela imaginação.

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

domingo, abril 11, 2004

3:41 da manhã
Hoje conheci a morte. Estamos a jogar xadrez...



Ingmar Bergman não gosta de ver os seus próprios filmes, segundo confessou a uma televisão sueca, porque os acha muito deprimentes.

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

quinta-feira, abril 08, 2004

5:14 da tarde
Nunca houve uma mulher como...


... Gilda. É, como diz esta amiga minha, uma daquelas coisas que me faz arrepiar os cabelinhos da nuca. Gilda, também conhecida pelo seu nome verdadeiro, Rita Hayworth. A cena: o strip da luva enquanto canta "Put the Blame on Mame". Não tira mais nada, apenas a luva.

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

terça-feira, abril 06, 2004

5:27 da tarde
A culpa nunca morre solteira


















Esta será, sem dúvida, a melhor desculpa para cometer um homicídio que alguma vez apareceu no grande ecrâ. "The doors made me do it!" ("Foram as portas que me obrigaram!"), é o grito de Ida Lupino durante uma audiência de tribunal. Já agora, foi no filme "They Drive By Night" (1940), de Raoul Walsh, e, por acaso, o DVD saiu há pouco tempo em Portugal. É um "road movie"/"film noir" sobre camionistas e tem a presença de George Raft e Humphrey Bogart. Para não variar, a capa portuguesa tem gralhas, e logo no título. Não é "Paixão Cega" (como o título espanhol "La Pasión Cega"), mas sim "Vidas Nocturnas". Cambada de cegos...

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

sábado, abril 03, 2004

5:54 da tarde
Google works in misterious ways

Três exemplos de cibernautas que chegaram a "O Tronco da Teia" utilizando o motor de busca Google:
- vídeo de dança de academia de sapateado
- negócio frango assado
- bancos de madeira stanley

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

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