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quarta-feira, setembro 29, 2004

8:38 da tarde
Dois filmes impossíveis


Conta a lenda que, num belo dia algures nos anos 20, Samuel Goldwyn foi a Viena aliciar Sigmund Freud a escrever um argumento para o cinema, que seria a "maior história de amor alguma vez filmada". Freud recusou. Outra grande ideia nunca concretizada foi a de Sergei Eisenstein, que queria adaptar para o cinema "O Capital", de Karl Marx. Parece que Estaline vetou o projecto. Segundo um artigo do "Guardian" (oportunidade para dizer que tem um excelente site de cinema), um visionário resolveu juntar estes dois projectos num só filme.

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

terça-feira, setembro 28, 2004

3:04 da tarde
Google works in misterious ways III

Mais uma recolha de palavras chave utilizadas por cibernautas no motor de busca Google e que os levaram a entrar n'"O Tronco da Teia":

- uso do dildo em mulheres
- sexo com mortos
- vampiros, magia negra e artes marciais
- moda de roupa em Cuba

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

domingo, setembro 26, 2004

3:07 da manhã
Antes do amanhecer

Ainda não vi "Before Sunset", mas "Before Sunrise" é um filme que, sempre que o revejo, me faz querer voltar aos tempos em que andava pela Europa de mochila às costas a conhecer outras pessoas. Há relação mais incondicional, mais forte e mais trágica, porque o fim tem hora marcada, que a de Jesse (Ethan Hawke) e Celine (Julie Deply)? Como será dez anos depois? Como será depois do pôr-do-sol?

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

sexta-feira, setembro 24, 2004

1:35 da tarde
Russ Meyer
(1922-2004)


Morreu Russ Meyer, homem do cinema e obcecado por mamas grandes.

P.S. - Mais sobre Russ Meyer num dos próximos posts. A imagem foi retirada do zombie. Peço desculpa pelo plágio, mas foi a melhor que encontrei.

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

sábado, setembro 18, 2004

1:10 da tarde
Ainda um som da Grécia

Esta belíssima música de Mikis Theodorakis passava antes de cada prova dos Jogos Olímpicos. É de um belíssimo filme "Zorba, O Grego". Dizia Zorba (Anthony Quinn) em toda a sua sabedoria: "If a woman sleeps alone, it puts a shame on all men."

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

quinta-feira, setembro 16, 2004

4:39 da tarde
Retrato da artista
enquanto jovem


Sim, é ela. Reparem no sinal inconfundível na bochecha direita. É a senhora que deu recentemente dois concertos em Portugal, então com cinco anos de idade. Sou pela onda "revival" e Madonna é uma figura marcante dos anos da minha juventude, mas eu não fui porque achei exagerado pagar, no mínimo, 60 euros - isso só pagaria para ver os Beatles e todos vivos, o Elvis (também vivo, naturalmente) e a Ella Fitzgerald. Quanto a concertos de Verão, fiquei-me por um de borla do Tom Jones em Alcochete e mais um capítulo da sua digressão "Tom Jones International". Com as "medidas de segurança" mais estúpidas que já vi. Ora o espectáculo era de entrada livre, mas era preciso levantar um bilhete para entrar no recinto. Quem não tivesse bilhete - volta a dizer que era de borla - ficava de fora e nem sequer podia olhar para o palco, limitando-se a olhar para os ecrans pouco gigantes. Aí a meio do concerto, depois de muita conversa, lá consegui entrar. E no final ainda tive o bónus de ver o Tom "himself" a poucos metros e a entrar para o seu Mercedes e seguir para o seu merecido retiro após uma noite para recordar.

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

quarta-feira, setembro 08, 2004

10:47 da tarde
Mr. Jones

Não precisam de ir a um casino de Las Vegas durante uma invasão extraterrestre para ver Tom Jones ao vivo. Basta ir esta quinta-feira até Alcochete (margem sul, é só ir pela Vasco da Gama, não tem que enganar) e estar, a partir das 22h30, no anfiteatro ao ar livre do Freeport Lisboa. Se não quiserem ver a primeira parte com os GNR, ninguém os obriga. Podem ir já cantando, It's not unusual to be loved by anyone... It happens everyday

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

terça-feira, setembro 07, 2004

6:05 da tarde
Aqui está ela outra vez

Desta vez, com música. Já sabem, nunca houve uma mulher como...


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Por Eduardo D. Madeira Jr.

segunda-feira, setembro 06, 2004

1:22 da tarde
O audio da Teia


Sempre na vanguarda tecnológica, "O Tronco da Teia" apresenta, a partir de hoje, um acrescento auditivo ao seu conteúdo. Podem ser excertos sonoros de filmes ou algumas músicas. E para ajudar à interactividade, proponho aos leitores que adivinhem o som que estão a ouvir.

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

sexta-feira, setembro 03, 2004

4:39 da tarde
É minha irmã e minha filha*

Para hoje, o prato do dia é um filme de Renny Harlin, o tal finlandês que foi casado (pensamos que já não é) com a Geena Davis e o autor de “Assalto ao Aeroporto”, “Assalto Infernal”, “A Ilha das Cabeças Cortadas” e esse grande épico das corridas de automóveis com Sylvester Stallone “Driven”. Vejam no que deu misturar “Chinatown”, “Do Céu Caiu uma Estrela”, os filmes do Elvis Presley, “heavy-metal”, talvez uns toques de “Porky’s” e muitos corpos femininos perfeitos. Fiquem com “As Aventuras de Ford Fairlane”, um filme que tem muita coisa, explosões, koalas mortos, palavreado colorido, a mulher do Elvis, necrofilia, etc. Faltaram as cenas de nudez e sexo desenfreado (quanto vai de aposta que estas duas referências vão fazer subir em flecha as audiências deste blog).

“As Aventuras de Ford Fairlane”
(“The Adventures of Ford Fairlane”)
Ano: 1990
Realização: Renny Harlin
Elenco: Andrew Dice Clay (Ford Fairlane), Wayne Newton (Julian Grendel), Priscilla Presley (Colleen Sutton), Lauren Holly (Jazz), Maddie Corman (Zuzu Petals), Gilbert Godfried (Johnny Crunch), Brandon Call (o puto), Robert Englund (Smiley), Ed O’Neil (Tenente Amos), Vince Neil (Bobby Black), Morris Day (Don Cleveland), Kari Wuhrer (Melodi), Tone Loc e Sheila E.
O VHS existe (mas quem é que ainda gasta disto?) e nós temos (cópia muito velhinha). O DVD também existe, mas não por cá.

Há quem pense que Andrew Dice Clay é o Anticristo. Ou pelo menos pensava, porque o Diceman já não é o que era. Em tempos que já lá vão, Clay era um “stand-up comedian” de sucesso assinalável nos EUA graças ao seu humor muito pouco PC que gozava/insultava toda a gente com um tom particularmente machista – atenção, estamos a falar de um comediante norte-americanos dos anos 80 e não de Fernando Rocha na actualidade; é claro que colocar Fernando Rocha e comédia na mesma frase é uma daquelas coisas que pode alterar o “space-time continuum” e destruir o universo, tal como era o Marty McFly andar enrolado com a mãe no “Back to the Future”.
Bem, Andrew Dice Clay não é muito conhecido (para não dizer nada conhecido) em Portugal e mesmo aqui o vosso Eduardo D. Madeira Jr não tem muitas referências do homem. Apenas sabemos que anda a fazer uns espectáculos em Las Vegas, que ganhou algumas dezenas de quilos e que não se saiu muito bem numa recente entrevista à CNN (que podem ver aqui). Quando era figura do shock-humour norte-americano, Clay, já depois de ter sido banido da MTV por dizer obscenidades durante uma actuação de uma gala qualquer do canal de música, tentou uma carreira no cinema e “As Aventuras de Ford Fairlane” era para ser o seu veículo em direcção a outros glórias. Mas a coisa nunca resultou. O filme foi um grande fracasso e qualquer hipótese de sequela foi afastada. O culto, esse, existe.
Ford Fairlane é uma transposição da sua persona de palco. Muitos “fucks”, muitos “dicks” “pussys”, “shits” etc, etc, etc, não que isso nos choque muito que faça grande confusão à nossa sensibilidade. Fairlane é um detective, com especialização no rock & roll. “Glamour”, convivio com as estrelas, bons carros, mulheres bonitas e entrada livre nas discotecas da moda (e, presumimos, nas outras) é tudo o que Ford Fairlane tem ao seu dispor. Pelo meio, resolve crimes, reúne famílias perdidas, canta e acaba o filme com o amor da sua vida e um koala. E atenção às breves participações do rapper Tone Loc, de Robert “Freddy Krueger” Englund, Morris Day (o frontman dos Time, de quem Kevin Smith muito gosta) e Priscilla “a mulher do Elvis” Presley.
Basicamente é um monumento ao mau-gosto. Altamente recomendado.

*Quem diz esta frase, Priscilla Presley em “Ford Fairlane ou Faye Dunaway em “Chinatown”?

P.S. – Com esta ausência prolongada, nem sequer celebrei um ano de existência de “O Tronco da Teia”. Parabéns à sua numerosa equipa, que tem feito um excelente trabalho. Mas não sei se a equipa aguenta mais um ano disto.

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

quarta-feira, setembro 01, 2004

12:45 da tarde
Eu estava lá...

... mas já estou cá.

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Por Eduardo D. Madeira Jr.

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